Frente Parlamentar em defesa das Guardas Municipais, ato de lançamento aconteceu na quarta-feira (16) em Brasília

Categoria luta por mais reconhecimento e valorização em função da atividade policial

Postada em 17 out 2019

O presidente da Associação da Guarda Municipal de Foz do Iguaçu, Tony Cleverson Correa, que também é dirigente do Sindicato dos Servidores Municipais de Foz do Iguaçu - Sismufi participou do evento.

O encontro é promovido pela Federação Nacional de Sindicatos dos Guardas Municipais do Brasil - Fenaguardas e conta com a participação de diretores, comandantes de Guardas Municipais, presidentes de sindicatos e associações de guardas municipais de todo país.

A Frente Parlamentar em Defesa dos Guardas Municipais que será presidida pelo deputado federal Lincoln Portela (PL) conta com o apoio inicial de 216 deputados e pretende ampliar esse número. “No momento a principal bandeira ainda é a questão da aposentadoria policial, mas também existem outras questões importantes como porte de arma e algumas emendas constitucionais que tem grande importância para dar uma maior segurança jurídica na atuação das guardas municipais em seus municípios”, explicou Correia.

Aposentadoria policial

Os guardas estão expostos a riscos e condições similares às dos demais agentes de segurança pública, mas não tem os mesmos direitos. Os GMs são a terceira carreira que mais morre no expediente. Os dados são de 2016. A tensão da atividade também afeta diretamente a saúde física e emocional dos agentes de segurança.

Cerca de um quinto dos 5.562 municípios brasileiros têm guardas municipais próprias, que contam com um efetivo total entre 150 mil e 200 mil profissionais. O objetivo das corporações é proteger as instalações públicas das cidades, fazer vigilância e policiamento e colaborar com as demais forças de segurança. A atividade é regulamentada desde 2014 (Lei 13.022).

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